sexta-feira, 8 de maio de 2009

Sexta Feira - O 5º (e último) dia

Dia agridoce, este.
O prazer de apresentar o Café da Manhã preencheu mais do que o tempo em que me ouviram… e vai durar muito mais…
Preencheu a semana anterior, sofrendo por antecipação, com curiosidade mas sem grande expectativa porque, de entre mais de 600 meninas, nunca julguei ser uma das três finalistas.
Preencheu a semana em si, com gargalhadas sonoras e sentidas, com mensagens e comentários, com boa disposição e um grande amor à camisola que vesti durante 5 dias.
A sua presença foi a constante, a par do sol, encoberto hoje que me vou embora (quase me tornei perita em meteorologia).
O nome que era só de quatro, lá em casa, fez parte dos seus dias e vai continuar a fazer, enquanto se lembrar, ou no final de Maio se a sorte (ou o seu voto) me baterem à porta. “Becas e Zé a animar-lhe o Café”, ”com a semana da Becas acabaram-se as enxaquecas”, “a Becas e o Zé põem toda a gente de pé”, e por aí fora…
O Café da Manhã eram as vozes, a música, a vida das manhãs da Rádio. Hoje é bem mais que isso. Hoje são rostos e sorrisos que levo e que você conheceu comigo. O Café guardou o meu nome durante uma semana e faz parte de um pedacinho da sua história.
Para quem não sabe, Rebeca, de origem hebraica, significa “aquela que une”. Durante uma semana estive unida a si, através do Café, através deste pequeno espaço que visitou com frequência.
Obrigado pela companhia ao longo de uma grande – mas demasiado curta – semana.
Agora, mais exactamente entre 25 e 29 de Maio, conto consigo para votar no site da RFM.
Deixo-o com Shakespeare e a sua sabedoria, na certeza de que “toda a despedida é dor… tão doce todavia, que lhe diria boa noite até que amanhecesse o dia”.
Assim é, e por isso despeço-me com um bom dia, um sorriso e um grande beijinho. Até sempre.